Analise de fraude

O processo de análise de fraude consiste em uma instituição efetuar a validação dos dados do pedido (cliente, endereço, pagamento, valor e itens do pedido) e posicionar o Score do cliente para aquele pedido.

Dentro do processo de análise de fraude geralmente temos os seguintes status

  1. Analise solicitada à quando o lojista solicita a análise
  2. Aprovado automaticamente à quando o sistema de fraude identifica que o cliente é um bom comprador e que não é fraude
  3. Análise manual à cai em uma mesa de operação na qual os operadores entram em contato com o cliente para confirmar a legitimidade da compra, geralmente utilizam-se de técnicas com PNL para efetuar essa análise
  4. Reprovado automaticamente à o sistema de fraude entende por algum fator que o pedido é fraude, seja score do cliente, cpf de fraudador, fraude do mesmo comprador em outro lojista etc.

Fatores que podem influenciar o processo de análise de fraude

Abaixo estão alguns exemplos de itens que podem influenciar de forma positiva ou negativa o sistema de fraude

  1. Tipo de produto à alta tecnologia e de alto valor que são facilmente vendidos mesmo usados
  2. Produto é do tipo “Killer”
  3. Dados de fraudador em outro varejista
  4. Muitas compras com o mesmo CPF
  5. Cliente com comportamento incomum

De forma bem simples é assim que funciona a análise de fraude.

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Pre-Auth (Pré-Autorização)

A pre-autorização, ou reserva de saldo ou pre-auth é uma comunicação feita entre o sistema do varejista com o gateway de pagamento.

Essa operação pode ser feita tanto no store front, em tempo de compra quanto no OMS/Backoofice. Entretanto enxergo grandes duas vantagens em fazer essa operação no Front:

  1. Ao se trabalhar com uma transação síncrona é possível já notificar ao cliente que a transação está realizada, ou caso, ocorra algum problema já solicitar ao cliente para trocar a forma de pagamento
  2. O escopo de PCI compliance é extremamente menor quando a operação é online e diretamente entre front com um gateway de pagamento, já que o escopo se reduz apenas a:
    1. Certificado SSL do varejista
    2. Página que fará a requisição https com o gateway de pagamento
      PS: Para ser gateway de pagamento é necessário ter a certificação PCI DSS, logo o varejista é blindado quase por completo por conta disso
      PS2: Isso não anula a responsabilidade do varejista ter certificação PCI
  3. Caso o varejista queira trabalhar com a funcionalidade de compra com um clique, basta guardar os dados do cliente no próprio gateway de pagamento e ter apenas um token para utilizar esses dados quando o cliente quiser utilizar os dados dessa forma de pagamento.

Ponto de vista da gestão de pedidos B2C

Introdução

Nessa série de artigos você terá um ponto de vista de como um eCommerce B2C no Brasil funciona após a venda efetuada no site até o momento em que chega na casa do cliente. Nesse artigo será abordado somente a visão do “happy flow”, ou seja, status de avaria, sinistro e extravio não estão considerados. É necessário um estudo e artigo somente com os casos de “unhappy” para elucidar com os detalhes necessários. Além disso estão consideradas duas formas de pagamento aqui nesse material: cartão de crédito e boleto.

Visão geral

A operação de eCommerce B2C basicamente passa pelas etapas abaixo:

  1. Calculo do pedido (valor total, prazo, frete etc.)
  2. Autorização do saldo do cartão de crédito/ Geração do boleto
  3. Análise de fraude (comumente utilizado em cartão de crédito, mas pode ser utilizado para qualquer forma de pagamento)
  4. Captura do saldo do cartão de crédito / confirmação do pagamento do boleto
  5. Envio das entregas do pedido para a operação CD
  6. Geração de Onda
  7. Separação de produtos
  8. Consolidação
  9. Embalagem
  10. Emissão de NF
  11. Consolidação antes da doca
  12. Envio para doca
  13. Comunicação de itens a serem transportados com a transportadora
  14. Expedição
  15. Comunicação com transportadora a respeito do status da entrega
  16. Envio de e-mails do status ao cliente

 

Pontos Importantes

Antes de continuar lendo esses artigo, é importante que você tenha algum entendimentos sobre a Arquitetura da SoluçãoMáquina de Status.

Obrigado e até a próxima.

How about work with digital

I started to work with Digital last year, but I have been working with eCommerce since 2009, I mean officially in B2C (business to customer) operations, also I have worked with eCommerce since 2006, when I needed to make a system for one of the biggest Brazilian pharmaceutic industries to it communicate with its buyers.

Well, at this time, from to 2006 to 2012 it was not normal to hear the term “digital”, nowadays it is so normally than:

  • Big Data – this concept is not so young, actually the technologies allow data processing with great scale, then, we started to work with massive data in a very large scale
  • IoT (Internet of Things) – wearables like Iwatch and some bracelets can verify how is the person’s heart, how many calories one person is losing while this one is practicing some sport etc.
  • NoSQL (not only SQL) – Databases with characteristics that determines a type or group specialized in Database’s softwares

After I started to work in eCommerce’s Startup of fast fashion, I started to hear this term “Digital”, after in a great retailer, and after in my own company (for while small but focused in system integration), and now at the bigger Digital Agency and consulting in the world, I hear this every day and all the time…

IMHO we have started living in the “Digital Culture”, because nowadays less than half of the population in the world has access to the Internet, only 44%.

When we talk about the Digital Culture, we can see social networks connected one with each other, for example Twitter + Linkedin or Instagram + Facebook, people who communicate in a lot of social networks, global interaction between the users, and the most interesting to me: a collective mind.

The collective mind is the concept of a lot of minds without limits working together, of course it is concern of the minds plugged in a social network.

When you have the opportunity to work with a lot of people who have this type of behavior (digital culture, and it is only the begining) I think you can’t  have a blocker in your mind.

References

http://www.tracto.com.br/quantas-pessoas-tem-acesso-a-internet-no-mundo/
http://culturadigital.br/conceito-de-cultura-digital/

Galerização do e-commerce no Brasil

Quem nunca entrou numa galeria com várias lojinhas? Com um grande variedade de produtos? Pois é, parece que o varejo online do nosso país está indo em direção a isso. Com a chegada da Rakuten no Brasil (que comprou a Ikeda e logo tem todos os clientes da Ikeda como seus clientes) iremos vivenciar uma experiência de navegação diferente, podemos escolher produtos de várias lojas e colocá-los no nosso carrinho e pagar tudo de uma única vez, de forma semelhante ao que é feito em galerias, olhamos, pesquisamos e dentro de um espaço pequeno decidimos o que vamos levar ou não, com duas vantagens, primeiro, tudo em um único carrinho de compras, segundo, com a comodidade de ser feito pela internet. Esse modelo é bem comum no mercado oriental, acredito que isso será bem interessante para nós brasileiros, afinal de contas, estamos em um fase ótima em nossa economia e o varejo online é uma das áreas que mais cresce, vamos ver.